UOL Música

Universo Sertanejo

29/05/2010

Gino, Geno e boas histórias

Pouco mais de dez anos atrás.

A dupla Gino e Geno deixou, sobre a mesa de um radialista, seu novo disco.

Rick e Renner tinham visita marcada na mesma rádio. Ao chegar e ver que Gino e Geno estavam de trabalho novo, Rick resolveu anotar o telefone de contato que havia no encarte com o intuito de conhecer a dupla.

O encontro acabou acontecendo na fazenda de Gino, eles firmaram uma amizade e Rick teve a ideia de apresentar Gino e Geno, que já cogitavam a aposentadoria, para a gravadora.

Depois de muitas tentativas e muitos "nãos", Rick conseguiu que a gravadora bancasse o disco da dupla produzido por ele próprio, repleto de suas composições.

De acordo com a história que a dupla conta, Rick prometeu arcar com os prejuízos da gravadora, caso houvesse.

A primeira música de trabalho foi "Coração cigano'". A partir daí, todos sabem da história.

Vale registar que Gino e Geno têm uma história extensa dentro da música sertaneja, com sucessos nas décadas de 1970 e 1980.

O mérito do Rick foi ter apostado em um novo estilo para eles.

Essa história foi contada durante o programa que o Odair Terra gravou com eles no começo desse ano.

O programa conta um pouco da vida deles, e é legal, principalmente, ver como os dois são figuras extremamente simples e simpáticas, além de talentosas, logicamente.

Quem quiser, pode conferir no vídeo abaixo.

Por André Piunti às 01h25

28/05/2010

Artistas escolhidos

A dupla João Neto e Frederico divulgou, hoje, a lista de duplas novas que poderão participar de seu novo DVD.

Os dez nomes saíram através de uma votação no site da dupla.

Dos dez selecionados, um será escolhido por eles para participar da gravação, que acontece no dia 8 de junho.

A resposta sai no dia 1º de junho.

A seguir, os nomes:

-Alex e Willian
-Caio Cesar e Diego
-Conrado e Alekssandro
-David e Del Vecchio
-Del Lucas e Thiago
-Denis e Dennyel
-Du e Michel
-Fernanda e Amanda
-Leidilane
-Maicon e Alessandro
-Marco Antonio e Diego Marcos
-Mafra

Por André Piunti às 16h31


"Ciumento demais", com Chitãozinho e Xororó com Maurício e Mauri

*O vídeo foi retirado do ar. Quando repostarem, coloco aqui de volta.

Os irmãos Chitãozinho e Xororó e Maurício e Mauri gravaram, juntos, a música "Ciumento demais", sucesso de Chitão e Xororó.

Foi feito um vídeo durante a gravação, que pode ser conferido logo abaixo.

Por André Piunti às 11h24


Tem espaço?

Dois trabalhos novos chegam quase nada adequados ao mercado e suscitam a questão: existe espaço, entre o grande público consumidor, para estilos sertanejos diferentes do que está em destaque hoje?

Os dois trabalhos aos que me refiro são o disco de modões do Zezé di Camargo e Luciano, lançado no começo do mês, e o CD/DVD do João Carreiro e Capataz, que deve ser distribuído pela Som Livre no mês que vem, mas que já está na internet faz um tempo.

Ambos os discos não são "antenados". O do Zezé e Luciano traz só modões com arranjos fiéis aos originais, e do João Carreiro e Capataz traz uma mistura de estilos sertanejos com arranjos mais fortes, e principalmente, uma aposta interessante: o pagode caipira, aquele mesmo do Tião Carreiro.

O caso do Zezé chama a atenção pela repercussão que teve. A resposta dos fãs de música sertaneja e de artistas do meio foi mais do que positiva. Era como se todo mundo quisesse fazer aquilo, mas não tivesse coragem.

O argumento contrário é que se fossem tão corajosos assim, Zezé e Luciano não teriam lançado, ao mesmo tempo, um disco só de inéditas com músicas mais "adaptadas".

A dupla João Carreiro e Capataz aposta que o que tem para oferecer é algo diferente o suficiente para concorrer com o modelo de sucesso atual.

As músicas não são exatamente comerciais - têm frases machistas, ora grosseiras -, mas estão conseguindo aos poucos arrumar seu espaço dentro de um mercado cheio de padrões.

Perguntei ao Zezé se ele concordava que o disco de modões seria mais vendido que o de inéditas nas bancas de camelôs (onde são vendidos separadamente). Ele não respondeu diretamente, mas o que ele disse nos leva a deduzir que ele concorda.

"Além de ser um projeto meu antigo, eu senti que esse público estava carente. As pessoas que gostam de música sertaneja, todas que gostam de sertanejo, gostam disso (dos modões). Tomara que vire uma tendência, que sirva como alerta pro pessoal ver o tamanho do interesse que esse projeto despertou nas pessoas".

No caso de João Carreiro e Capataz, se o grande sucesso realmente vier, a música sertaneja como um todo vai reiterar a ideia de que é popular por essência, e não "está" popular por ter conquistado os jovens de hoje.

Se um empresário investe dinheiro alto na divulgação de um pagode, como está acontecendo (clique aqui para conferir), é porque acredita que haja um público considerável para consumir essa música.

Se os dois exemplos citados aqui repercutirem a ponto de influenciar novos nomes, raízes da música sertaneja poderão ser vistas de volta sendo apresentadas ao grande público.

Bom para todo mundo.

Por André Piunti às 03h59

27/05/2010

A "Fugidinha", de Michel Teló

E aos poucos, o Michel Teló vai se firmando como artista solo.

Depois de ter "Ei, Psiu. Beijo, me liga" muito executada nas festas de peão, o cantor parece ter emplacado uma nova, "Fugidinha".

O clipe da música foi lançado na semana passada e já passou das 60 mil visualizações.

Quem quiser conferir, o vídeo segue logo abaixo.

Por André Piunti às 12h11


Programa Universo Sertanejo #20

Fala, pessoal.

No final da tarde de ontem, entrou no ar a vigésima edição do programa Universo Sertanejo.

E com um convidado especial: Zezé di Camargo.

Entre outras coisas, ele falou do disco de modões e de como foi feita a seleção das músicas.

Na programação musical, César Menotti e Fabiano, Edson, Matogrosso e Mathias, Eduardo Costa e mais.

Para ouvir o programa, basta clicar na imagem abaixo.

Por André Piunti às 03h12

26/05/2010

"É pra cabá com o pequi do Goiás"

Já é indiscutível o espaço que João Carreiro e Capataz estão conquistando por apostarem em um caminho diferente.

Eles começaram a trabalhar, esse mês, a música "É pra cabá", que deve entrar em projetos futuros da dupla.

O detalhe: a música é um pagode de viola.

A canção foi composta pelo próprio João Carreiro.

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É pra cabá
(João Carreiro)

É pra cabá com o pequi do Goiás
É pra roer todo o quejo de Minas
É pra beber todas pingas do Brasil
A paixão que eu sinto nessa menina

Essa paixão é quente
Parece até Cuiabá
Tô faceiro igual criança
Que tá conhecendo o mar

Tô feliz demais da conta
Agora o peito desconta
As dores que já sofreu

É fogo na gasolina
O amor dessa menina
Em mim bateu e valeu

Por André Piunti às 17h33


Um milhão

Perguntei aqui, ontem, qual artista dos últimos cinco anos venderia um milhão de cópias hoje, caso a pirataria e a internet não existissem.

O pessoal citou, principalmente, Victor e Leo, César Menotti e Fabiano e Luan Santana.

Acredito que o ao vivo em Uberlândia, do Victor e Leo, superaria facilmente esse número, assim como o "Palavras de amor", do César Menotti e Fabiano.

Eu tenho como certo que o Luan atingiria o número com esse CD gravado ao vivo em Campo Grande, mas alguns leitores não deixam de ter razão ao dizerem que ainda é necessário esperar para ver quantas músicas do disco irão se destacar.

Pelos dados que tenho aqui, o último disco sertanejo a superar um milhão de cópias vendidas foi "Inevitável", do Bruno e Marrone, em 2003. Lembrando que várias músicas do disco foram trabalhadas e fizeram sucesso, como "Ligação Urbana", "Inevitável", "Deixa" e "É pra lá que eu vou".

Depois disso, a queda nas vendas se acentuou.

Como curiosidade, algo já comentado aqui algumas vezes: o disco mais vendido da música sertaneja foi o de Leandro e Leonardo lançado em 1990, que tinha "Pense em mim", "Desculpe, mas eu vou chorar", "Cadê você" e "Talismã". É o terceiro disco mais vendido do Brasil. Foram 3.145.814 milhões cópias.

Por André Piunti às 05h21


É o amooooorrr...

O vídeo abaixo é de 1991, ano de lançamento do primeiro disco de Zezé di Camargo e Luciano.

Abaixo, uma demonstração significativa do que foi essa música para aquela época.

Link para o YouTube aqui.

Por André Piunti às 04h59

25/05/2010

Sinal dos tempos

Grande parte dos artistas novos sertanejos bancam a duplicação de seus discos e distribuem, uma das formas de divulgação mais comuns dos últimos anos.

A discussão sobre dar discos ou não é extensa e não é exatamente o assunto dessa postagem.

É só uma questão de curiosidade mesmo, para se ter ideia do que a pirataria conseguiu fazer com a música sertaneja.

De acordo com números divulgados na revista "Época" dessa semana, se somarmos as vendas da carreira de Fernando e Sorocaba (600mil), Luan Santana (102mil) e Maria Cecília e Rodolfo (55mil), elas não chegam a um milhão de cópias.

Vinte anos atrás, discos das três duplas que formavam os "Amigos", Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano e Leandro e Leonardo, chegaram a ser lançados com tiragem de mais de um milhão (sem comparar os artistas, mas sim o mercado).

Dos artistas novos, provavelmente ninguém tenha mais a pretensão de chegar a esses números, mesmo porque a tendência é que eles continuem caindo.

Fica aqui o resgistro.

Pelo lado do consumidor foi ótimo, por receber música de graça. Sobrou mesmo para os compositores.

Para levantar só uma questão: se estivéssemos em um mercado sem pirataria de discos, quem dos artistas surgidos nos últimos cinco anos conseguiria bater um milhão?

Por André Piunti às 15h44


As voltas que o mundo dá

Promessa da música sertaneja nos anos 1980, Marcelo Aguiar assinou, no início desse mês, contrato com a Sony Music, como um dos nomes mais populares da atual música gospel.

É um dos casos exemplares de persistência, tão comuns entre artistas sertanejos.

No final da década de 1980, dois cantores de vozes e jeitos parecidos chamavam a atenção.

Um, era Marcelo Aguiar. O outro, Zezé di Camargo.

Marcelo apareceu como calouro do Raul Gil, e ficou conhecido com músicas como "Solidão por perto" e "Não dá pra fazer amor sem ter você", ambas compostas pelo Zezé.

Veio, então, todo aquele movimento sertanejo no início dos anos 1990, e os artistas da época foram tomando seus rumos. A maior parte, assim como aconteceu com Marcelo Aguiar, não chegou a estourar.

Anos depois, ele formou a dupla "Marcelo Aguiar e Fernando", que gravou o tema de abertura da novela "Estrela de fogo", da Record, da qual Marcelo chegou a participar como ator.

A novela durou de maio de 1998 até março de 1999.

Em 2000, quando se converteu, caiu nas graças da bispa Sônia, da Igreja Renascer.

A partir de então, tornou-se um dos grandes nomes da música gospel no Brasil, elegeu-se vereador pela cidade de São Paulo e, no começo desse mês, como dito lá em cima, foi anunciado como o novo contratado da Sony Music.

Como raízes não se nega, ele tem uma música chamada "Depois do culto", que tem tema de rodeio, e que eu posto aqui abaixo para quem quiser conhecer.

Em 2004, gravou um CD/DVD produzido por Reinaldo Barriga, de longa história com Chitãozinho e Xororó.

Tem quem diga que a música mais conhecida dele foi "Não dá pra fazer amor sem ter você". Sempre tive na cabeça que o grande sucesso era "Solidão por perto". A seguir, as duas.

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Quem quiser ver, abaixo um vídeo dele de poucos anos atrás, cantando a música "Evangelizar".

Por André Piunti às 03h39

24/05/2010

Sertanejo no Rio

Não sei se vocês souberam, mas três anos atrás, a dupla carioca Fabrício e Fabian gravou uma homenagem ao Rio de Janeiro ao lado de Chitãozinho e Xororó.

A composição é antiga, mas a dupla resolveu gravá-la aproveitando que o Pan-Americano de 2007 aconteceria na cidade.

Como todos sabem, o estado do Rio no geral sempre foi um desafio para a música sertaneja. Nos anos 1990, houve uma importante abertura, e nos últimos alguns novos caminhos foram abertos, apesar de pequenos, se comparado a outros estados.

Para quem não teve a oportunidade de conhecer, abaixo está "Rio de Janeiro", cantada por Fabrício e Fabian e Chitãozinho e Xororó.

A composição é da dupla carioca.

Por André Piunti às 17h12


A dança dos cantores

Ser sucesso nunca foi fácil.

Como não há formulas, duplas nascem e se separam o tempo todo, desde sempre.

Até a década de 1970, como o mercado da música sertaneja era algo modesto, não significava o fim do mundo trocar de parceiro.

Só para citar alguns exemplos, Tião Carreiro teve diversos outros parceiros, assim como Pardinho também teve. Silveira fez seu nome tanto ao lado de Barrinha, quanto de Silveirinha (seu irmão).

Hoje, com toda essa concorrência, mudar de dupla após fazer sucesso se tornou algo de grande risco. E na corrida pelo sucesso, fazer e desfazer parcerias se tornou quase corriqueiro.

Nomes conhecidos como Zezé di Camargo, Fernando e Sorocaba, Mathias, Marcos e Belutti, Dalvan e Eduardo Costa tentaram o sucesso de várias formas.

Abaixo, oito exemplos de tentativas envolvendo nomes que todos conhecem. Algumas bem sucedidas. Outras, nem tanto.

Quem tiver outros exemplos que julgue interessante, é só escrever ali nos comentários.

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-Zazá e Zezé


Depois de a internet ter se popularizado, a antiga dupla do Zezé deixou de ser algo desconhecido. Formada em 1979, a dupla seguia o estilo de Milionário e José Rico e Trio Parada Dura. O atual CD de modões de Zezé di Camargo e Luciano lembra bastante Zazá e Zezé. A dupla se separou em meados dos anos 1980, após 3 discos gravados, e Zezé decidiu seguir carreira solo.

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-Dalvan e Donizetti


Duas figuras conhecidas do meio sertanejo se juntaram após muito tempo cantando sozinhos. Dalvan conseguiu destaque ao lado de Duduca, nos anos 1980, e emplacou alguns sucessos como cantor solo. Donizetti surgiu na televisão cantando "Galopeira", ainda menino, também na década de 1980. A dupla se autodenominou de "Os leões da música sertaneja".

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-Amanhecer e Alvorada


Nomes diferentes nunca saíram de moda na música sertaneja. Os rapazes da foto acima, sob o nome de Amanhecer e Alvorada, são Adalberto e Adriano. Resolveram assumir nomes "normais" e ganharam algum espaço. Tiveram destaque no meio sertanejo nos anos 1990, com músicas como "Separação", "Você só me faz feliz" e "Culpados". Hoje, a dupla continua aí, mas com formação diferente.

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-Pedro Paulo e Fabiano


Como se poder ver na foto, um dos integrantes da dupla é o Marcos, da dupla Marcos e Belutti. Por serem jovens, podem passar a impressão de que não tiveram que batalhar tanto, mas a realidade é diferente. Como já comentaram em diversas entrevistas, Belutti e Marcos tiveram longa história na música antes de se conhecerem. Belutti, por exemplo, também já fez parte da dupla Bruno Belucci e Cristiano.

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-Eduardo e Cristiano


O rapaz da esquerda aí na foto é o Eduardo Costa. Em 1997, ele formou dupla ao lado de Cristiano, com quem chegou a gravar. As dificuldades financeiras e a vontade de cantar sozinho que sempre acompanhou Eduardo, acabaram por ditar o futuro da dupla. Como falado aqui na semana passada, o cantor trabalhou durante muitos anos como músico de banda.

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-Zé Tapera e Teodoro

O Teodoro é o próprio, que hoje faz dupla com o Sampaio. A dupla teve uma carreira respeitável na década de 1960. Eles se destacaram com músicas como "Tchau, Amor", que muitos hoje conhecem com Bruno e Marrone. O estilo nada tinha a ver com o sertanejo bem humorado de hoje em dia. Teodoro e Sampaio, aliás, tem uma bela carreira antes de enveredar pelo lado do humor na música sertaneja.

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-Fernando e Sorocaba


O sucesso rápido enganaFernando sempre trabalhou com música. Sorocaba, antes de estourar, formou duplas como "Kadu e Sorocaba", "Marquinhos e Sorocaba" e teve até outro parceiro com o nome de Fernando. A foto acima é das primeiras dos dois juntos, que acabaram fazendo sucesso pouco tempo após se conhecerem. Por coincidência, o nome de Sorocaba também é Fernando.

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-Milionário e Mathias

O nome já dispensa qualquer comentário, mas nem sempre a união de dois ícones é sinônimo de sucesso. Aliás, quase nunca é. Para o bem da música sertaneja, anos depois, os dois voltaram com seus respectivos parceiros, José Rico e Matogrosso. Milionário também chegou a formar dupla com Robertinho, parceiro do Léo Canhoto.

Por André Piunti às 03h50

23/05/2010

Meteoro

Postei, na noite desse domingo, a versão que a banda Hevo84 fez da música "Meteoro", do Luan Santana.

Por questões legais, a música foi retirada da internet.

Por André Piunti às 21h18


Ah, Domingo...[36]

Tonico e Tinoco, quando começaram a se apresentar em festas e nas rádios, usavam o nome de "Irmãos Perez".

Quem criou "Tonico e Tinoco foi o Capitão Furtado, radialista da Rádio Nacional de São Paulo.

Antes de chamar a dupla em seu programa, por conta própria, ele deu o novo nome aos irmãos, pois entre outras coisas, achava "Perez" um nome pouco brasileiro.

No filme "Lá no meu sertão", de 1962, duas das cenas mais importantes da carreira da dupla foram retradas.

A primeira, quando Furtado apresenta dois participantes, João e José Perez, do concurso da rádio que premiaria o vencedor com um "vantajoso contrato com uma gravadora".

A segunda, quando a dupla vence o concurso e o apresentador anuncia, por conta própria, o novo nome, "Tonico e Tinoco".

Além das cenas citadas acima, o vídeo a seguir traz Tonico e Tinoco cantando "Pé de ipê".

Por André Piunti às 10h58

Sobre o autor

André Piunti, 25 anos, é formado em jornalismo pela Facamp (Faculdades de Campinas). Natural de Campinas-São Paulo, criou o blog Universo Sertanejo no ano de 2007. Apresenta, desde janeiro de 2010, o programa Universo Sertanejo, líder de audiência na Rádio UOL. Além do blog e do programa, é responsável pelas coberturas especiais sobre música sertaneja no UOL. Apresenta, aos domingos, o Cowboy Nativa, para toda a rede Nativa FM. É autor do livro "Música sertaneja - Uma paixão brasileira".

Sobre o blog

O Universo Sertanejo teve início em 2007, como trabalho e conclusão de curso. A ideia de um portal, como previa o projeto, passou por mudanças e deu espaço a um blog, que se tornou referência em um pequeno espaço de tempo. Maior canal de notícias sobre música sertaneja, o Universo Sertanejo mantém suas atualizações diárias desde março de 2008. Veículo reconhecido no meio, juntou-se ao UOL em janeiro de 2010. contato@universosertanejo. com.br

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